segunda-feira, 27 de abril de 2015

pode me inquietar, eu sorrio

pode me namorar, eu sou mar

Que as dores das antigas faltas de amor não prevaleçam nunca, nem em dias bons ou ruins. Que todos os medos que rondam a minha mente fiquem cada vez menores, a ponto de sumir. Que as incertezas não se aproximem nem um milímetro do meu coração, já que elas são extremamente contagiosas e não podem afetar o que eu tenho de melhor. Que eu continue acreditando e espalhando por ai que o amor cura. Que todas as porradas que eu tomei deixem a minha armadura mais forte e que eu saiba sempre a hora certa de baixar a guarda. Que todas as más lembranças se transformem em coragem para viver uma grande aventura outra vez, sem me privar de dar sorrisos largos e suspiros longos.
Quando sóbrio, pergunto-me quando esse intervalo acabará – dizem que a tristeza é só um intervalo entre um amor e outro, então, eu torço para que o relógio caminhe rápido, que o tempo carregue essas lembranças empoeiradas que moram debaixo do tapete, para enfim eu despedir-me de você.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

 Palavra não faz carinho, menina, palavra não dá colo. É de abraço que eu preciso quando não há mais letra, tatuagem, tinta, papel, caneta, poesia. Quando não tem mais rima, é de corpo e conforto que eu preciso. 
Verônica Heiss

sexta-feira, 27 de junho de 2014

'A malabarista encantou o palhaço
mas fez o nó virar um laço
que nem sapato mal amarrado
era so andar, pisar e ja tava separado'


quinta-feira, 26 de junho de 2014