terça-feira, 30 de junho de 2009
"Então, de repente, sem pretender, respirou fundo e pensou que era bom viver. Mesmo que as partidas doessem, e que a cada dia fosse necessário adotar uma nova maneira de agir e de pensar, descobrindo-a inútil no dia seguinte - mesmo assim era bom viver. Não era fácil, nem agradável. Mas ainda assim era bom. Tinha quase certeza."
segunda-feira, 29 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Confesso que “essa falta cresce à cada dia, de forma avassaladora…quando enfim penso que estou me acostumando, que estou te esquecendo,você ressurge de forma inesperada ocupando todos os espaços, transbordando dentro de mim... e é nessa inconstante loucura que vivo sem te ter.”
E tá doendo...Como dói...
E tá doendo...Como dói...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Vai passar, tu sabes que vai passar.Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está ai, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada "impulso vital". Pois esse impulso às vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo como'estou contente outra vez'
domingo, 21 de junho de 2009
"Tudo que eramos se tornou pó.Me pergunto muitas vezes qual é o sentido do silêncio que nos impede de dizer qualquer coisa.E volto novamente ao pó.São tantos os motivos da magoa que sinto,que nem sei mais o que sinto.Tudo se misturou,minha tabela de cores antes tão distintas se tornou indecifrável,essa deve ser a diferença entre uma virgula e um ponto final.Você com a sua confusa mentalidade e eu com a minha certeza,fizemos tudo errado.Eu na pressa de viver tranqüila e você...sei lá onde você está,mas sei que nunca estivemos no mesmo lugar..."
sábado, 20 de junho de 2009

"deixa eu te dizer antes que o ônibus parta que você cresceu em mim de um jeito completamente insuspeitado, assim como se você fosse apenas uma semente e eu plantasse você esperando ver uma plantinha qualquer, pequena, rala, uma avenca, talvez samambaia, ..., mas nunca, em nenhum momento essa coisa enorme que me obrigou a abrir todas as janelas, e depois as portas, e pouco a pouco derrubar todas as paredes e arrancar o telhado para que você crescesse livremente, ..."
quarta-feira, 17 de junho de 2009
"De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. só olhando você, sem dizer nada só olhando e pensando: "meu Deus, mas como você me dói de vez em quando..."
terça-feira, 16 de junho de 2009
sexta-feira, 12 de junho de 2009
'Ainda que dentro de mim as águas apodreçam e se encham de lama e ventos ocasionais depositem peixes mortos pelas margens e todos os avisos se façam presentes nas asas das borboletas e nas folhas dos plátanos que devem estar perdendo folhas lá bem ao sul e, ainda que você me sacuda e diga que me ama e que precisa de mim: ainda assim não sentirei o cheiro podre das águas e meus pés não se sujarão na lama e meus olhos não verão as carcaças entreabertas em vermes nas margens, ainda assim eu matarei as borboletas e cuspirei nas folhas amareladas dos plátanos e afastarei você com o gesto mais duro que conseguir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome'
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