quinta-feira, 29 de outubro de 2009
terça-feira, 27 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
'O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos. Mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta. Nada de drama. Que graça tem alguém do seu lado sob chantagem, gravidez, dinheiro, pressão de família? O legal é alguém que está com você e por você. E vice versa. Não fique com alguém por dó também. Ou por medo da solidão. Nascemos sós. Morremos sós. Nosso pensamento é nosso, não é compartilhado. E quando você acorda, a primeira impressão é sempre sua, seu olhar, seu pensamento. Tem gente que pula de um romance para o outro. Que medo é este de se ver só, na sua própria companhia?
Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer. A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… quem disse que ser adulto é fácil?'
Gostar dói. Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração. Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo. E nem sempre as coisas saem como você quer. A pior coisa é gente que tem medo de se envolver. Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta. Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível. Na vida e no amor, não temos garantias. E nem todo sexo bom é para namorar. Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar. Nem todo beijo é para romancear. Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar. Ou se culpar.
Enfim… quem disse que ser adulto é fácil?'
' Nada mais era como no começo, seu amor continuava, mas não sabia onde estava a paixão. Suas ações eram automáticas, coisa que sempre odiara. As primeiras brigas começaram, acabava descontando suas frustrações em cima de S. que chorava a cada palavra ríspida.
Um belo dia, as malas estavam feitas. Lee havia partido.
Um pequeno bilhete enrolado em uma linda rosa dizia apenas:
“Eu simplesmente precisava partir. Sempre te amarei, sinto muito.”
Dizem que nunca mais se falaram, mas sempre pronunciam o nome uma da outra ao dormir.
Certa vez se esbarraram em uma rua qualquer do Centro. Não falaram uma palavra, apenas se abraçaram e choraram. Depois daquilo nunca mais se viram.'
Um belo dia, as malas estavam feitas. Lee havia partido.
Um pequeno bilhete enrolado em uma linda rosa dizia apenas:
“Eu simplesmente precisava partir. Sempre te amarei, sinto muito.”
Dizem que nunca mais se falaram, mas sempre pronunciam o nome uma da outra ao dormir.
Certa vez se esbarraram em uma rua qualquer do Centro. Não falaram uma palavra, apenas se abraçaram e choraram. Depois daquilo nunca mais se viram.'
Confusão. Barulho.Estranhos.
Dois olhares se encontraram, um virou de lado. “Será que é ela?” Olhou de rabo de olho. Espiou, tentou reconhecê-la depois de tantos anos. O outro olhar fugiu, ficou de pernas bambas. “É ela!”, ambas pensaram.
Medo. Tensão. Excitação.
Na próxima esquina se esbarraram. Meio sem querer querendo dos dois lados. Fingiram não se conhecer. Pediram desculpas. Lábios mordidos. Impossível não notar.Impulso.
Desejo. Saudade.
Se ‘reconheceram’ sem palavras. Um abraço silencioso no meio de tanto tumulto.Esbarrões. Sentimento. Verdade.
“Eu ainda te amo” e se perderam na multidão.
Dois olhares se encontraram, um virou de lado. “Será que é ela?” Olhou de rabo de olho. Espiou, tentou reconhecê-la depois de tantos anos. O outro olhar fugiu, ficou de pernas bambas. “É ela!”, ambas pensaram.
Medo. Tensão. Excitação.
Na próxima esquina se esbarraram. Meio sem querer querendo dos dois lados. Fingiram não se conhecer. Pediram desculpas. Lábios mordidos. Impossível não notar.Impulso.
Desejo. Saudade.
Se ‘reconheceram’ sem palavras. Um abraço silencioso no meio de tanto tumulto.Esbarrões. Sentimento. Verdade.
“Eu ainda te amo” e se perderam na multidão.
Confesso q acredito mesmo q você não vai voltar, q nunca me amou, q já se vão quase um ano chorando dia sim e outro não por alguém q nem sabe mais q eu existo. Gente, eu sou patética. ridícula. Por favor, alguém me dê um murro. Eu queria que isso morresse. Morre-se de amor? Só Inocência, né?
É como um tratamento de câncer, agressivo, mas necessário para a manutenção da vida.
E eu quero a vida.
Uma busca insana, de saudade, de desespero. E ainda dói. Tudo dói. Saber da sua ausência, seus erros, meus erros.
É como um tratamento de câncer, agressivo, mas necessário para a manutenção da vida.
E eu quero a vida.
Uma busca insana, de saudade, de desespero. E ainda dói. Tudo dói. Saber da sua ausência, seus erros, meus erros.
'Minha nicotina, meu álcool, minha droga, meu vício.
A dependência física e emocional daquela que faz minha cabeça. Das dores, das palavras e da excitação. A autodestruição que procurei e sigo sem muita opção.Os momentos de prazer, intensos e perigosos, a insensatez me devorando. A atração que me provoca tesão pelo indevido, pelo proibido.Meu vício sendo suprido, até o próximo momento de desespero pela abstinência. Até o próximo beijo.'
A dependência física e emocional daquela que faz minha cabeça. Das dores, das palavras e da excitação. A autodestruição que procurei e sigo sem muita opção.Os momentos de prazer, intensos e perigosos, a insensatez me devorando. A atração que me provoca tesão pelo indevido, pelo proibido.Meu vício sendo suprido, até o próximo momento de desespero pela abstinência. Até o próximo beijo.'
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
'...Ela parecia de repente muito segura. Ela apertou um botão, de um gravador, começou a sair a voz de Nara Leão cantando These Foolishing Things: coisas-assim-me-lembram-você. Ela veio meio balançando ao som do violão e convidou-o para dançar, um pouco mais. Ele aceitou, só um pouquinho. Ele fechou os olhos, ela fechou os olhos. Ficaram rodando, olhos fechados. Muito tempo, rodando ali sem parar. Ele disse:
― Eu não vou me esquecer de você.
Ela disse:
― Nem eu.'
― Eu não vou me esquecer de você.
Ela disse:
― Nem eu.'
domingo, 18 de outubro de 2009
" Tão instáveis, hoje aqui, amanhã ali. Eu sei, também já fui assim. Só que chega um ponto que a gente cansa, que não quer mais saber de aventuras ou de procuras, entende? Acho que é isso que vocês não são capazes de compreender, que a gente, um dia, possa não querer mais do que tem. É isso que ela não compreendia. Acho que é por isso que ela foi embora. Talvez as coisas comigo fossem muito chatas, muito arrumadas."
sábado, 17 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
'quem sabe um dia agente se esbarre na rua, os dois apressados, e numa troca de olhares e de desculpas, você me reconheça e eu te reconheça e num abraço cheio de carinho, agente marque um dia e um lugar pra conversar. Depois do reencontro eu volto pra casa pensando que eu sou o que sou porque um dia você entrou na minha vida.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Essa saudade sem fim, essa vontade de ficar relembrando tudo q foi bom, esse imenso vazio e um terrivel questionamento..pq não deu???como posso seguir adiante se quero ficar? se quero ir ate o fim? saber q vc realmente deseja não partilhar comigo sua vida me fere. pq, mesmo sabendo q a gente não deve sobreviver com migalhas de amor, a gente fica implorando por elas? se não deu certo, pq não consigo deixar meu barquinho ir na correnteza?confesso q ta dificil demais sair do buraco q entrei e não encontro alguém hábil para me ajudar.Tenho q escalar esse imenso precipício sozinha...
Desabafo.
Desabafo.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
" E, desse jeito, começar uma nova história que, desta vez sim, seria totalmente verdadeira, mesmo sendo completamente mentira. Fico cansado do amor que sinto, e num enorme esforço que aos poucos se transforma numa espécie de modesta alegria, tarde da noite, sozinho neste apartamento no meio de uma cidade escassa de dragões, repito e repito este meu confuso aprendizado para a criança-eu-mesmo sentada aflita e com frio nos joelhos do sereno velho-eu-mesmo:- Dorme, só existe o sonho. Dorme, meu filho. Que seja doce.Não, isso também não é verdade."
“Não precisa me dizer mas nada, sei o que você vai me dizer. Que não gostade mim, tudo o que eu não queriaaconteceu,me apaixonei por você. Era você a pessoa certa e a errada. Eracom você que eu queria dividir minhas angústias, alegrias e frustrações. Maschegar até você tornou-se um desafio. Por acaso você é inatingível ou sou eua boba da história”.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Ando cansada.Fatigada.Decepcionada.Já não existe amor em ninguém.E isso me causa um certo medo.A minha cota de deixarem as pesoas me ferirem já acabou.Desgastando-se.Fundindo até evaporar.Aquela antiga visão sobre você se foi.Você mesmo foi se mostrando quem realmente era.A pessoa engana e nega como se fosse algo tão normal.Como se enganar foi algo recompensador.E isso me magoou muito,Aquilo que construímos - se é que construímos algo - desmoronou-se conforme a sua vontade.Só restam os cacos frios e cortantes.Dá medo,dá um embrulho no estômago.Uma náusea,um nojo.O tempo dirá se sobrou algo de mim.Se eu ainda acreditarei no amor.Se eu ainda acreditarei que alguém possa me amar de verdade.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
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