domingo, 16 de maio de 2010

É estranho dizer isso, pelo menos pra mim, mas com o tempo... Ah o tempo, esse tal tempo, vocês sabem. Acabei me dividindo, criando uma linha imaginaria, onde acontecia aquela transição do mundo real pro faz de conta, e dentro de mim eu era 90% faz de conta, 10% mundo real, sabe... O faz de conta é tão mais fascinante, brilha tão mais quando eu olho pra ela, foi ali, dentro desse mundo onde eu te encontrei, onde eu te ganhei e ali mesmo, naquele meu mundo, eu te perdi. E te perder não foi à parte mais difícil pra mim, ter que conviver com a perda, essa sim foi, ainda é. Então, sem nada que eu possa fazer, eu só observo calada, afinal... Não há outra coisa que possa ser feita, há? Não raro ainda me pego pensando em ti, mas isso é coisa minha, coisa que dá e passa, ou melhor, coisa que dá e DEVIA passar. Eu faria tudo pra te ver feliz, eu faço tudo, do meu modo, da minha maneira, e só Deus sabe o quanto eu fico feliz com as tuas vitórias, porque quando tu ganha eu ganho também, só não preciso ficar gritando pros quatro cantos do mundo ouvir. Por que... Sabe de uma coisa... O amor, o amor faz silêncio! E o fato de eu não falar sobre o que eu sinto por ti todos os dias, o tempo inteiro, não quer dizer que eu não sinta, muito pelo contrário, só eu sei o que eu sinto, só eu sei como É sentir. E se tudo isso significar alguma coisa pra ti, uma mínima coisa ao menos, eu te peço: Cuida bem de ti, porque eu só te quero bem.

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