quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
'Vim assim que soube de tua dor, dos teus sentimentos despedaçados, em carne viva, se matéria fosse. Tua alma afilta, sem respostas para tantas perguntas, desaprendeu o exercício lúdico de viver. Vim assim que soube dessa tua vontade de não mais prosseguir, dormir para sempre num conto de fadas às avessas locado no reino desencantado das coisas reais.
Tuas nuances de verdes e esperanças plenas, se afogaram no lago cinza do não querer.
Bem te quer.
Bem te quer.
Quero te ver vivo. Me perdoa por não ter entendido teus sinais com a antecedência daqueles que sabem cuidar. Me perdoa.
Vim porque assim está escrito, se não li antes, minha vista nublava e, agora leio. Vim para agradecer por ter te conhecido, para te ouvir com o coração sem censura, sem falsa santidade, sem catecismo, sem receita, sem conselho, que se fosse bom, te venderia.
Vendo-te.
Vendo-te
Te digo sem meias palavras:
Vim assim que você parou te atender as minhas ligações, vim para abrir tuas cortinas, ignorar os banhos não tomados, os dentes que não escovou e, nem te criticar pelo emprego que acabou de perder.
Bem te quero.
Bem te quero.'
Tuas nuances de verdes e esperanças plenas, se afogaram no lago cinza do não querer.
Bem te quer.
Bem te quer.
Quero te ver vivo. Me perdoa por não ter entendido teus sinais com a antecedência daqueles que sabem cuidar. Me perdoa.
Vim porque assim está escrito, se não li antes, minha vista nublava e, agora leio. Vim para agradecer por ter te conhecido, para te ouvir com o coração sem censura, sem falsa santidade, sem catecismo, sem receita, sem conselho, que se fosse bom, te venderia.
Vendo-te.
Vendo-te
Te digo sem meias palavras:
Vim assim que você parou te atender as minhas ligações, vim para abrir tuas cortinas, ignorar os banhos não tomados, os dentes que não escovou e, nem te criticar pelo emprego que acabou de perder.
Bem te quero.
Bem te quero.'
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
eu sinto tanta saudade, não é falta sabe, é saudade, lembrança...
hoje quando olhei a chuva me lembrei de você,
de como era doce te esperar em quanto a chuva caia, e rezar pra que ela não te impedisse de me ver..
a uns dias atras mexi em um frasco de perfume quase vazio, vazio...só de perfume mesmo
porque do seu sorriso, do seu abraço, ele tá cheio;
foi mágico, me surgiu um sorriso tão leve no rosto, um sorriso tão seu.
não sei explicar, mais a tempos que qualquer moleton verde e sexta feira anoite me lembram você,
mesmo sabendo que o moleton não é o seu e a sexta feira não é uma daquelas...
hoje quando olhei a chuva me lembrei de você,
de como era doce te esperar em quanto a chuva caia, e rezar pra que ela não te impedisse de me ver..
a uns dias atras mexi em um frasco de perfume quase vazio, vazio...só de perfume mesmo
porque do seu sorriso, do seu abraço, ele tá cheio;
foi mágico, me surgiu um sorriso tão leve no rosto, um sorriso tão seu.
não sei explicar, mais a tempos que qualquer moleton verde e sexta feira anoite me lembram você,
mesmo sabendo que o moleton não é o seu e a sexta feira não é uma daquelas...
terça-feira, 14 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
“Em nenhuma das costuras que nos remendam ficaremos inteiros: eu, você, você, eu. Hão de se esgarçarem aos impactos, hão de se arrebentarem nas rochas.
Em nenhum dos retoques ficaremos refeitos.Duas cicatrizes de feridas que sempre doerão e continuaram se abrindo pelo ardor das memórias.
Em todos os concertos nos sobrarão rachaduras. Seremos sempre esse desencaixe. Mãos que não se entrelaçam, suores que não colam, pés que não se enroscam. A cara metade deformada pelo tempo e pela tênue linha entre o amor e ódio, filhos da mesma chama: brasas de uma única fogueira, que fagulham juntas, mas morrem por ventos de distintas direções. Um contorno mal feito, uma descombinação, um descompasso, uma desproporção.
Uma história sem pé nem cabeça.”
Em nenhum dos retoques ficaremos refeitos.Duas cicatrizes de feridas que sempre doerão e continuaram se abrindo pelo ardor das memórias.
Em todos os concertos nos sobrarão rachaduras. Seremos sempre esse desencaixe. Mãos que não se entrelaçam, suores que não colam, pés que não se enroscam. A cara metade deformada pelo tempo e pela tênue linha entre o amor e ódio, filhos da mesma chama: brasas de uma única fogueira, que fagulham juntas, mas morrem por ventos de distintas direções. Um contorno mal feito, uma descombinação, um descompasso, uma desproporção.
Uma história sem pé nem cabeça.”
terça-feira, 7 de setembro de 2010
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